maio 22, 2012

Alpine A110 de Rallye

Dois anos depois do post (aqui) falando deste lindo Alpine que hoje está no Brasil, hoje recebo um gentil e-mail de José Manuel Dinis, o navegador.

Rallye do BCA 1973 - Angola
Carlos Moura Pinheiro (piloto) e José Manuel Dinis (navegador)
Foto: José Manuel Dinis


"O Alpine-Renault 1600S (A110) chegou a Luanda em 1973. Foi comprado pelo António Bastos, novo em versão normal cliente, na fábrica em França. Em Portugal, António Bastos com Pedro Dias como navegador, participou no Rallye Rainha Santa 1973 (prova do Campeonato Português de Rallyes), após esta prova seguiu para Luanda onde foi adquirido pelo Carlos Moura Pinheiro.
Foi preparado para Rallyes no importador da Renault, com o apoio do importador e da Tudor (Baterias).

Carlos Moura Pinheiro com José Manuel Dinis como navegador no Alpine-Renault 1600s Gr2 alinharam no prestigiado Rallye BCA (Banco Comercial de Angola) no ano em que o Alpine 1800 Gr4 se sagrou Campeão do Mundo de Rallyes, 1973". 
*Nota: post sobre esta prova: aqui

"Com a independência de Angola o Alpine não realizou mais nenhuma prova de registo.

Carlos Moura Pinheiro em 1974 deixou Luanda e foi viver para o Brasil, levou um Ferrari que adquirira em Luanda e que veio a vender no Brasil, quanto ao Alpine desconhecia que também tinha ido para o Brasil.
Ainda bem que não se perdeu…
A versão original tinha jantes Gotti de 6 raios de serie do modelo e que o valorizavam" - José Manuel Dinis


Se voce gosta de Alpine, visite o excelente Alpine Portugal do amigo PB Pereira.
Pereira, terei muito prazer em ver este post "roubado" e publicado no seu Blog !

2 comentários:

  1. Caríssimos
    Muito obrigado pela distinção. Serve ainda para informar que "roubei" com gosto este brilhante post sobre o A110 do Moura Pinheiro e o partilhei no Alpine portugal.
    Abraço amigo
    Pedro Barros Pereira

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  2. Ola em Relação ao Alpine descrito AAF-32-41 foi comprado por mim Manecas Pereira da Silva, tendo realizado nas mãos do Helder de Sousa em Sa da Bandeira o Circuito de velocidade, a titulo de emprestimo já que o carro com que iria correr teve uma avaria, "outros tempos".
    Posteriormente numa viagem a Benguela fui atacado na estrada,tendo deixado o mesmo com um amigo
    Jorge Quental de Menezes,que o embarcou numa barcaça para o Brasil, entretanto perdi o rasto do mesmo,até este momento. Ainda bem que o mesmo sobreviveu a favor de alguem .

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